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CasoBanco Master
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Caso Banco Master

Jeitos de ver o caso

Os mesmos dados do acervo, com as mesmas fontes e ressalvas, organizados de formas diferentes. Cada uma responde a uma pergunta. Para entender os escândalos e quem está envolvido, comece pelos casos. Experimente e veja qual funciona melhor para quem vai usar.

  1. Abordagem 1 · 20 casos · 14 pessoas com prisão, investigação ou medida

    Os casos

    “O que se apura e quem está envolvido?”

    Os escândalos do Master, um por um: o que se apura, em que pé está, e quem aparece em cada caso com o papel que os registros mostram (presa, investigada, pagou, recebeu ou citada), o motivo e a resposta da pessoa. Também dá para ver por pessoa: todos os casos em que ela aparece.

    • Responde direto “quem fez o quê” sem acusar além dos registros
    • Separa preso, investigado, pagador, recebedor e citado
    • Liga cada caso ao dinheiro, à linha do tempo e às fontes

    Limite: Os casos são um agrupamento editorial; fatos fora dos registros do acervo não aparecem.

    Abrir os casos →
  2. Abordagem 2 · 197 fichas · 414 ligações

    Quadro de investigação

    “Quem está ligado a quem?”

    O quadro de cortiça de sempre, mas organizado: as fichas ficam agrupadas em áreas (política, Justiça, Banco Central, família Bolsonaro, grupo Master, empresas) e os fios ligam as fotos diretamente, com cor por tipo. Clique numa foto e só as ligações dela acendem.

    • Visual e intuitivo, parecido com o atual
    • Mostra de uma vez os grupos e as pontes entre eles
    • Começa com 38 fichas e cresce até todas

    Limite: Ainda exige explorar com o mouse; no celular funciona, mas é menos confortável.

    Abrir quadro de investigação →
  3. Abordagem 3 · 275 acontecimentos

    A história em capítulos

    “O que aconteceu, e em que ordem?”

    Uma linha do tempo dividida em seis capítulos, de 1974 a 2026. Cada acontecimento traz data, rostos de quem participou, situação da informação e fontes. Dá para filtrar por tema ou por pessoa.

    • A forma mais fácil para quem não conhece o caso
    • Lê-se de cima para baixo, como uma reportagem
    • Agrupa as reuniões de rotina do BC para não poluir

    Limite: Não mostra bem as relações entre pessoas fora de um acontecimento.

    Abrir a história em capítulos →
  4. Abordagem 4 · 98 registros financeiros

    Siga o dinheiro

    “Quem pagou, quem recebeu e quanto?”

    Barras por operação financeira, agrupadas em consultorias e escritórios, benefícios a autoridades, filme Dark Horse e grandes valores do mercado. O estilo da barra diz se o valor foi pago, previsto ou não estabelecido, e alerta quando há versões divergentes.

    • Responde direto à pergunta mais comum
    • Deixa claro o que é pago e o que é só contrato
    • Nunca soma cifras que não podem ser somadas

    Limite: Cobre só o que tem registro financeiro; contatos e encontros ficam de fora.

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  5. Abordagem 5 · 80 pessoas e 117 organizações

    Quem é quem

    “Quem é essa pessoa no caso?”

    Uma grade de fichas com foto, área, cargo e números de cada pessoa ou organização. A ficha abre um dossiê com as ligações, o dinheiro em que ela aparece e seus acontecimentos na linha do tempo.

    • Ótimo para buscar um nome específico
    • Funciona muito bem no celular
    • Liga para o quadro, a história e o dinheiro

    Limite: Não dá a visão de conjunto; é uma porta de entrada por pessoa.

    Abrir quem é quem →
  6. Abordagem 6 · 41 casos · 10 pessoas

    Os Bolsonaros

    “Em que casos cada Bolsonaro aparece?”

    Área separada para a família: as dez pessoas com uma barra dos casos de cada uma pela situação, uma tabela de quem aparece em quais casos (condenações primeiro) e as ligações da família com o Banco Master e o BRB.

    • Mostra de relance condenações, processos e arquivamentos
    • Cada caso abre com defesa, limites e crimes reconhecidos
    • Liga o filme Dark Horse e o BRB aos casos do Master

    Limite: A situação é do caso; em casos com várias pessoas, pode não valer igualmente para todas.

    Abrir os bolsonaros →

Ligação não significa crime. Contato não prova participação; contrato não prova propina; valor contratado não equivale a valor pago. Investigado não é réu nem condenado. Todas as pessoas têm direito à presunção de inocência. A posição de cada ficha no quadro indica a área de atuação, não o grau de envolvimento. Dados atualizados até 22/10/2026. O site completo, com todas as fichas e a metodologia, continua em Site completo.